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É uma
planta planimétrica, que abrange a zona urbana e de expansão
urbana do município, enquadra em coordenadas geográficas,
as quais possibilitam a integração ao Sistema Nacional
Cartográfico.
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A PRC é o principal
elemento para identificação
das quadras que conterão:
- O número da planta;
- O contorno das quadras;
- Construções de referência;
- Logradouros e seus respectivos códigos;
- Rios, córregos e fenômenos geográficos;
- Articulação da folha de situação,
além da
subdivisão em setores fiscais;
- Máscara com as informações
definidas; |
A confecção
da PRC se dará a partir da obtenção dos arquivos
do mapeamento 1:2.000, de posse da Prefeitura, que serão
agrupados em um único arquivo, divido por setor fiscal, o
que facilitará o manuseio é a fiscalização
do material tanto no escritório quanto em campo. É
na PRC que serão feitas as atualizações através
da inserção das plantas de loteamento, arruamentos,
glebas e alterações dos sistema viário.
As plantas de
loteamentos, arruamentos e glebas existentes, são transformadas
em arquivos magnéticos, utilizando-se escaner, no formato
A0 e softwares específicos que muitas casos tem capacidade
de restaurar a qualidade destas plantas, além de proporcionar
o armazenamento em banco de dados, das imagens escanerizadas, as
quais são gravação em CDs e podem facilmente
ser manuseadas, evitando a necessidade de busca manual aos produtos.
Após a obtenção das escanerização
das plantas, as mesmas, são georreferenciadas a base cartográfica
existente, possibilitando desta maneira a vetorização
e a atualização dos dados sob a base cartográfica
de referência.
Um vez identificadas as plantas de loteamento, glebas teremos na
PRC, teremos uma visão clara dos vazios urbanos e das áreas
povoadas, com isso poderemos identificar, construções
irregulares, que visivelmente estariam fora destes locais.
A codificação da inscrição cadastral
do imóvel se dá a partir da PRC e podemos dividi-lo
em:
1. Código da Quadra
Para codificação das quadras sobre a PRC, devemos
dividi-la em seis partes obtendo a escala 1:2.000, por sua vez,
dividir esta última em quadro partes chegando a escala 1:1.000,
com isso obtemos os parâmetros onde deveremos aplicar o gabarito,
dividindo-o em 100 quadrículas a partir de dez faixas verticais
e dez faixas horizontais nos sentidos SN e WE a partir do ponto
mais a Oeste e mais ao Sul do Parâmetro, isso nos permitirá
a identificação do posicionamento da quadra na folha.
O código de quadra será obtido pela localização
do centro geográfico da mesma em uma das quadrículas
e será identificado por dois dígitos correspondentes
aos números das faixas horizontais e verticais respectivamente.
2. Código dos Lotes
Os lotes serão codificados pela distância de suas divisas
ao ponto de origem, medida no sentido horário. Esse ponto
de origem será definido como o ponto contido no canto inferior
esquerdo do perímetro da quadra. Esse código se constituirá
de 04 dígitos com início na primeira divisão
que surgir a partir do ponto de origem.
3. Código de Unidade
Na identificação da existência de mais de uma
edificação isolada ou conjunto de edificações
no lote, será utilizado um código de 02 dígitos
denominado "bloco". Os blocos serão numerados seqüencialmente
de 01 a 99, sendo que existindo apenas uma sub-unidade o campo será
codificado com o número 00.
4. Código de Sub-Unidade
As unidades imobiliárias componentes do bloco serão
identificadas através do código de sub-unidade. Este
poderá ser estabelecido de duas maneiras: com 3 dígitos
através de números seqüenciais de 001 a 999 ou,
no caso de inexistência de edificações ou apenas
uma o campo será preenchido com 000.
5. Código de Face de Quadra
O código de face de quadra corresponderá a cada logradouro
existente na quadra, através de um dígito numérico,
por números seqüenciais de 1 a 9. O ponto de origem
para a codificação da primeira face será o
canto inferior mais à direita correspondente ao logradouro,
sendo que os demais serão orientados pela ordem crescente
dos lotes.
6. Código de Logradouros
Cada logradouro terá um único e exclusivo código
numérico, seguindo-se intervalos que permitam a sua atualização.
É sobre a PRC que a Compatibilização
do CTM com o Cadastro Referencial é feita.
De posse das plantas quadras existentes, comparamos os lotes implantados
na cartografia e os projetados na planta de loteamento aprovada
na prefeitura, desta forma apontamos as diferenças existentes
e solicitamos uma revisão de campo. A partir da PRC iremos
formar os croquis de quadras onde teremos identificado o nome do
loteamento, identificação e codificação
dos logradouros, identificação e codificação
das faces de quadra, identificação e codificação
métrica dos lotes.
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